Terça-feira, 25 de Abril de 2006

Inês Pipa -6ºI

JANELAS ABERTAS

 

Há muito, muito tempo, num país muito distante, vivia uma menina que se chamava Inês e um menino que se chamava Diogo. Eles eram irmãos.

Tudo aconteceu, certo dia em que os dois irmãos foram dormir e se esqueceram de fechar a janela de seu quarto, depois de terem contemplado as estrelas.

Durante a noite entrou um anjo que formulou:

-Que a paz, a amizade e muitas mais coisas boas reinem nesta casa - disse ele.

E bem dito, bem feito. O dito realizou-se.

De manhã, bem cedo, quando os dois irmãos acordaram viram muitos amigos e observaram muita paz e sossego.

-Mas o que será isto? - Perguntaram em coro.

-Tanta gente! Tantos amigos! Que giro!

Depois foram para a escola com os seus novos amigos.

Então tocou a campainha para entrarem para a aula de Língua Portuguesa. Eles lá foram.

Mas depois, a professora pediu-lhes para fazerem uma composição sobre os anjos do céu e esses meninos escreveram o que lhes tinha acontecido.

Sabem que titulo é que eles escolheram?

Escolheram o título de “Janelas Abertas”.

Dali a horas, o dia escolar deles acabou, e depois eles foram para casa brincar com os amigos que tinham feito naquele dia com a ajuda do Anjinho.

Enquanto, depois chegou a hora ao lanche, foram-se conhecendo uns aos outros.

Quando lancharam eles foram brincar com os novos amigos. Eles apresentaram-se e depois divertiram-se a brincar uns com os outros.

Entretanto a mãe e o pai chegaram do emprego e foram ter com os seus filhos.

-Quem são estes meninos? -perguntou-lhes a mãe.

-São nossos amigos - responderam eles.

-Bem, vou fazer as tarefas domésticas - disse a mãe.

-Mãe -chamaram eles - Fica mais um pouco que nós explicamos-te.

-Explicam o quê? - perguntou a mãe.

-O que aconteceu. Porque é que temos tantos amigos aqui.

-Meninos, não precisam de me explicar nada, porque o que eu quero é que vocês tenham amigos, muitos amigos e durante muitos anos - respondeu a mãe.

-Mas se querem mesmo falar, falem à vontade - informou a mãe.

-Então, está bem -responderam os filhos.

-Tudo começou de manhã quando nós acordámos e vimos o nosso quarto cheio de crianças como nós, e pensámos que seriam amigos, e eram. Entretanto fomos para a escola e pelo caminho conversámos e fomo-nos conhecendo um a um. Quando a escola acabou, estes meninos que estás a ver aqui vieram brincar connosco.

-E os vossos pais sabem que vocês estão aqui? - Perguntou a mãe às crianças.

-Sabem, pois, nós dissemos-lhes -responderam eles.

-Então podem continuar a brincar -respondeu a mãe.

 

Então eles brincaram durante horas e horas. Até que chegou a hora do jantar.

-Querem jantar connosco? - Perguntou a mãe.

-Se não se importar! - Responderam eles.

-Se os vossos país souberem e autorizarem, será um prazer - respondeu a mãe.

-Nós vamos já telefonar-lhes - responderam os amigos do Diogo e da Inês.

E eles foram.

Então,  depois eles foram jantar com os amigos.

Entretanto, acabaram de jantar e foram embora, cada um para sua casa. E foram dormir.

De manhã, bem cedo, eles acordaram e foram para a escola aprender. Quando eles lá chegaram encontraram os seus amigos e disseram-lhes que tinham gostado muito da grande história que lhes aconteceu.

-Estivemos a pensar e queríamos que vocês fossem a nossa casa para conversarmos sobre aquela aventura que nos aconteceu -disse o Diogo.

-Estaremos lá , e obrigada pelo convite - disse um dos seus amigos. Um pouco depois, apareceu o André velho amigo do Diogo e da Inês.

-Posso saber porque é que vocês nunca mais brincaram connosco? - Perguntou ele.

-André, nós explicamos!

-É urna longa história, mas muito bonita. Vamos contar-ta.

-Então, começa quando nós ontem fomos para a cama e contemplámos as estreias. Entretanto fomos dormir, e quando de manhã, acordámos vimos tantos amigos e decidimos conhecer-nos uns aos outros. Entendeste agora porque é que andávamos com outros amigos e não com vocês?

-Então desculpem, pensava que vocês já não queriam ser nossos amigos.

-Porquê? - Perguntou o Diogo.

-Porque… Sei lá. Parvoíces minhas. Esquece.

- André, tu sempre foste meu amigo. Eu conheço-te muito bem, somos amigos de infância e eu sabia que tu não irias ficar zangado connosco. Não é? - Perguntou ele.

-Claro que é. Tu és o meu melhor amigo, Diogo. E tu a minha melhor amiga, Inês.

-Ficamos muito agradecidos! -afirmaram os dois irmãos em coro.

-Tu também és o meu melhor amigo - disse o Diogo.

-Muito obrigado -disse o André.

-Bem - disse o André. Adorei conversar convosco, mas agora tenho de me ir embora. TCHAU!

Quando os dois irmãos chegaram a casa, a mãe perguntou-lhes:

-Onde é que estiveram este tempo todo, meninos? - Perguntou a mãe.

-Estivemos a falar com o André, mãe - respondeu a Inês.

-Mãe, nós vamos fazer os trabalhos de casa, está bem? - Perguntou o Diogo. Claro, filho -respondeu a mãe.

Então eles foram fazer os trabalhos de casa de Matemática. No dia seguinte, já toda a gente sabia o que tinha acontecido aqueles meninos.

Então quando eles chegaram, à escola, estavam lá os pais deles, os amigos e muito mais gente.

Eles acharam aquilo muito estranho e perguntaram o que tinha acontecido. Toda a gente respondeu que umas pessoas muito especiais é que tinham preparado tudo aquilo para eles.

-Quem foram essas pessoas? - Perguntou o Diogo.

- Isso agora é surpresa - respondeu a professora de Matemática.

-Por favor, digam. Nós queremos agradecer a quem nos fez esta belíssima festa -respondeu o Diogo.

-Essa grande e magnífica festa é dos vossos amigos -respondeu a directora da escola.

Muito obrigado, queridos amigos, pela magnifica festa -responderam os dois irmãos.

-De nada, foi um prazer mostrar-vos como somos e queremos ser sempre vossos amigos -disse um dos amigos.

Desde ontem que andamos para vos dizer isto, amigos: é uma coisa muito sincera da nossa parte - disse o Diogo.

E o seguinte:

Uma das melhores coisas que nos aconteceu foi vos conhecer e podem crer que nunca nos aconteceu coisa mais marcante de alegria do que isto; adorámos mesmo ter-vos conhecido, foi o máximo.

OBRIGADO POR TUDO MESMO!

Publicado por ML às 22:34
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Imagem criada a partir de uma pintura de Kandinsky.

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